Esse minha postagem agora vai ser meio que um Post-resposta à postagem do meu camarada de blog.

Vemos, sim diversas mudanças em nossa socidade desde que o primeiro parafuso/broca/chip entrou no mundo. A questão é se realmente um dia eles nos substituirão por completo, sob forma de dominação, invertendo os papéis no melhor estilo Matrix Revolutions aí da vida. Sendo bem direto: eu acredito que não.
Por mais 'humanos' que possam ser os futuros robôs eles nunca terão a capacidade criativa que o homem tem. Trocando em miúdos, eles nunca farão qualquer tipo de arte. Podem, como a Máquina Violinista, realizar, executar mas mesmo assim eles não são nada mais do que CDs modernizados e customizados que nos poupam de apertar o play.
Casos, ainda, como de professores ou qualquer tipo de palestrante com o intuito de ensinar certo assunto a alguém nunca serão substituídos. Se pudessem, já teriam sido pois seria só apertar o bendito botão play de alguma gravação e todos seriam 'felizes'.
Na área de comunicação, como haveria a seleção e a hierarquização da notícia? É impossível automatizar isso!
Quanto à companhia amorosa, poderia até dar certo. Aliás, já dá lá no Japão - onde mais seria?!- em que a companhia de uma robô custa o mesmo que a de uma garota de programa. A meu ver, é o famoso caso do fracasso social, da frustração amorosa e a consequente desistência e auto-descrença. Nada contra as donzelas da noite mas elas bem podem perder espaço para as moças movidas à óleo.
Afinal, fica a pergunta: até que ponto o filme Inteligência Artificial é um filme de ficção??
Agora com cinco dedos.....