editorial sobre olimpiadas e brasil
A comemoração nacional pela escolha do Rio de Janeiro como sede das Olimpíadas de 2016 não foi pouca, no entanto é preciso controlar a euforia e rever as circunstâncias em que nos encontramos. Tivemos, em 2007, a experiência dos jogos Pan-americanos que, apesar de considerado um sucesso, não deixou nenhum legado positivo para o estado carioca, apenas obras superfaturadas e parques esportivos praticamente abandonados.
Como o Parque Aquático Maria Lenk, um complexo esportivo de alto nível que funciona apenas como um elefante branco e a Arena Olímpica, que funciona para tudo menos para esportes. Diversos artistas internacionais já se apresentaram lá desde sua posse pelo HSBC, enquanto nenhum jovem carente pôde entrar lá para praticar qualquer esporte.
Isso nos faz lembrar o caráter elitista que um evento esportivo como esse tem. Para os “gringos” a cidade maravilhosa foi realmente maravilhosa durante o Pan, mas para os moradores de favelas, ocupadas massivamente por todas as forças armadas do país, o clima não era de festa.
Com exército ou não, o Brasil é um país conhecido por seu histórico de corrupção e impunidade de dar inveja a muitos marajás e magnatas, precisa então ter muita transparência em suas obras das obras públicas para que não se repita tais escândalos de superfaturamento no maior evento esportivo do mundo. Mesmo a estrutura especial na Controladoria Geral da União que Dilma Rousseff pretende fazer para administrar as contas, não garante, muito menos nos deixa confiantes em relação a esses projetos.
domingo, 6 de dezembro de 2009
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
O Brasil
Aí está o link de uma reportagem do Brasil de Fato. De acordo com a matéria o Deputado Regis de Oliveira quer mudar a constituição, dando aquela "enxugada". Vale a pena conferir, é de interesse de todos!
http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/nacional/proposta-quer-retirar-direitos-sociais-da-constituicao
http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/nacional/proposta-quer-retirar-direitos-sociais-da-constituicao
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Sou mais que 220 caracteres e você?

Os formulários de inscrições, para se candidatar às vagas de estágios ou empregos, são sempre complicados demais, com diversos truques e macetes de como se preencher corretamente. No entanto, o local mais complicado de começar a escrever é aquele que pede para você se resumir em 220 caracteres, ou mais dependendo da empresa.
Sempre que chego nessa parte, paro e penso: Como que eu vou me definir resumidamente em 220 caracteres? Será que é possível? Alguém pode fazer isso? Se espremer em alguns espaços, não se esqueça que as batidas na tecla espaço já estão contadas. Afinal, cada pessoa tem suas experiências, sentimentos, visão de mundo, opiniões, personalidade, sensibilidades e o mais importante a sua essência. Esses fatores tem e devem ser levados em conta na hora de se fazer uma avaliação de cada indivíduo.
O pequeno exemplo dado acima, em minha opinião, é somente o reflexo do mundo no qual vivemos, nada mais que isso. Um mundo veloz, avassalador, perigoso, que não se importa com cada um, você tem ou não tem o que é necessário, as suas particularidades são deixadas de lado. Aliás, quanto mais essas diferenças forem retiradas, apagadas e esquecidas, moldando, no final, pessoas iguais, tanto na aparência quanto no pensar, o resultado final é para o mercado o melhor possível. Dessa forma todos irão correr para se adaptar, pensando no que será importante no seu futuro (será mesmo importante?) e largando pelo caminho a sua essência.
Tendo isso em mente, não é difícil entender a razão por que a depressão é uma das doenças que mais assola a população mundial, e será a maior em alguns anos, segundo especialistas. A partir daí, dúvidas surgem e minha certeza de que tudo está errado só cresce e se afirma. Afinal, minha essência, personalidade, sensibilidade, experiências, visão de mundo e opiniões valem mais que 220 caracteres. E as suas?
Tráfico de Almas - filme - recomendo
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
O seu, o meu, o nosso entretenimento de cada dia.


Os dias passam, as horas passam, semanas, meses, anos. A cada leitura a percepção e o senso crítico de qualquer pessoa ficam mais aguçados, sempre buscando algo novo e melhor. Nesse caminho da percepção, algo novo me bateu e como tudo nesse mundo louco, me deixou preocupado.
Os meios de comunicação, especialmente aqueles rápidos, que por terem determinada característica, passam a lançar mão de qualquer informação para se manterem atualizados(?). Conseguem continuar fazendo uso dessa artimanha porque há quem a consuma. Essa artimanha tem o nome de entretenimento. Como pode se entender, o entretenimento não vem para fazer informar, enriquecer, crescer, novos horizontes se abrirem aos olhos do leitor, mas sim para distrair, divertir e servir de passatempo. Portanto, as pessoas querem é isso e nada demais! Toneladas de entretenimento, se possível diárias... Alguém duvida? É só conferir.
Depois de perceber isso, tarefa nada árdua, vem a grande questão: Por que?
Qual a razão de a maioria das pessoas somente quererem isso e nada mais? Ou se entreter e em seguida ter o desejo de conseguir adquirir conhecimento?( Algo que na minha opinião é completamente viável, apesar de já ter ouvido respostas negativas para essa questão).
A razão para isso é a rapidez do mundo. Essa rapidez influi diretamente na formação de cada pessoa, ainda mais na forma como crescemos (a maioria) grudados em telas, assistindo aos espetáculos velozes, explosões, desenhos com milhares de ações acontecendo em um segundo, cada um com sagas que duram anos. Enfim, depois de anos dessa forma, alguns conseguem se salvar, mas por outro lado milhares são perdidos.
Então, é chegado o momento de sentar, ler e conhecer novos horizontes, mas o indivíduo não consegue ficar parado e se concentrar. Tudo isso passou a compor um sistema impossível devido aos anos transcorridos, nos quais tudo foi rápido, entregue e consumido rapidamente sem nenhum pensar.
O conhecimento requer anos. O entretenimento vem embalado em diversas formas, conteúdos e duração para que o seu comprador se sinta a vontade e escolha o que lhe convém. Daí a facilidade.
* Ainda não sou ninguém e sei pouca coisa.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Ska da Terra do Sol Nascente

Música! Com certeza uma coisa maravilhosa, cada vez que você pensa que encontrou uma banda ou cantor que te encanta, e nada mais irá te surpreender, novamente algo novo aparece e você sente aquele nervoso na nuca empolgante ao escutar um novo material.
No meu caso, a última surpresa veio tem pouco tempo, mas de muito longe para ser mais preciso do outro lado do mundo, Tokyo, Japão. A banda Tokyo Ska Paradise Orchestra, é bem antiga, mas eu não a conhecia. O que mais me deixou estonteado, foi a banda ser do Japão. Pode até ser idiotice minha, mas quem imagina uma banda de japoneses tocando ska, mega animados no palco, vestidos com ternos rosa rs? Eu confesso que nunca tinha pensado nisso. Quando escutei a primeira coisa foi ir no youtube e ver com meus próprios olhos que realmente eram japoneses, que tinham feito as música que me deixam com vontade de sair pulando e cantando na rua (quem nunca teve vontade de fazer isso?). Depois disso foi só baixar cd's sem parar, porque não são poucos o primeiro pelo que eu consegui ver é de 89. Então leva um tempo.
Tokyo Ska Paradise Orchestra é formada por:
Yanaka Atushi - Baritone Sax
Gamo - Tenor Sax
Ohmori Hajime - Percussions
Motegi Kinichi - Drums
Kitahara Masahiko - Trombone
Nargo - Trumpet
Kato Takashi - Guitar
Hiyamuta Tatsuyuki - Alto Sax
Kawakami Tsuyoshi - Bass
Oki Yuichi - Keyboards
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Sarney e Kafka

Eu louvo demais nossos políticos!
Hoje, no mesmo dia, em um lugar não muito distante daqui chamado Brasil:
Nosso sábio presidente Lula (tenho uma teoria que ele é um grande ator, o melhor de todos os tempos, encarnando um pobretão, falido e miserável sofredor, utilizando metáforas forçadas - quando ele dá pistas da sua atuação - e vítima da ELITE (muita similiaridade com o mito do terror vermelho, eles que estão em todos os lugares, nos perseguindo para nos matar e comer nossas crianças que nem o Smeagol))
Enfim, voltando, Luiz Inácio disse que comprovar o encontro da ministra Dilma com a secretária, era simples: SÓ PEGAR A AGENDA E VER!
Quem não anota suas coisas na agenda, não é?
Se não tá na agenda, pronto! fim de papo! não houve nada! é por isso que ele é nosso presidente! um Gênio! (e olha que eu apoio o Lula em certos poucos aspectos, juro.)
Agora vem a melhor:
Sarney, para se defender das acusações do Estadão comparou-se com o personagem K. do livro de Kafka, "O Processo". Na obra em questão, o personagem é acusado de um crime mas ninguém lhe diz qual. Nessas circunstâncias, ele se pergunta: "Por que estão todos contra mim se eu não fiz nada?", a mesma frase que Sarney utilizou ao se defender no Senado.
Se ele sequer leu o livro, talvez se lembre que no final do livro o personagem é considerado culpado, aceita sua culpa e, em seguida, é morto. (desculpem o spoiler)
Bom, né? =)
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Sem Limites, sem escrúpulos
Ao tratar de juventude inconsequente, drogas, violência, morte e amizade, Trainspotting (1996) torna-se um dos longas-metragens mais polêmicos já lançados na história do cinema. O filme conta com duas figuras que deram um alavancada na carreira após seu lançamento: Danny Boyle, como diretor, que foi premiado com o Oscar de Melhor Filme com Quem quer ser um Milionário? (Slumdog Millionaire – 2008) e Ewan McGregor, como protagonista, interpretando Mark Renton, sendo hoje em dia um dos atores mais cotados de Hollywood.
Inspirado em um romance homônimo de Irvine Welsh, o longa começa com Renton falando: "Escolha viver. Escolha um emprego. Escolha uma carreira, uma família. Escolha uma televisão enorme. Escolha lavadora, carro, CD Player e abridor de latas elétrico. Escolha saúde, colesterol baixo e plano dentário. Escolha viver. Mas por que eu iria querer isso? Escolhi não viver. Escolhi outra coisa. Os motivos? Não há motivos. Quem precisa de motivos quando tem heroína?”. É nesse nível que o enredo se desenvolve. Danny Boyle não hesitou em mostrar sem pudor cenas do vício e as seqüelas na vida de cada um, rumando à destruição completa da vida de cada um ou da amizade.
É notável a quantidade de metáforas e o excelente uso da linguagem cinematográfica e da trilha sonora codificando a mensagem de forma clara. Enquanto as cenas de humor se misturam com as de violência, predominando uma atmosfera tragicômica no filme. Momentos como quando Renton, após decidir largar o vício e começar a sofrer de abstinência, busca meios de amenizar sua situação. Sem opções satisfatoriamente boas, ele se encontra com um traficante ralé que lhe dá supositórios de ópio. O imprevisto é que as cápsulas demoram a fazer efeito, e a falta da droga lhe provoca uma diarréia incontrolável, fazendo com que ele tenha de entrar no, como diz o filme, “Pior banheiro da Escócia”. Após se aliviar, o protagonista se lembra da medicação e, literalmente, mergulha na privada, em meio aos dejetos para pega-la.
Outra situação exposta é ter um bebê no mesmo local em que eles se drogam, sugerindo ao espectador a regressão que eles sofrem quando estão drogados: completamente vulneráveis, infantilizados, dependentes da droga como um bebê depende da mãe. Tudo isso logo é demonstrado na parte em que Allison (Susan Vidler) aparece gritando, inconsolável, e vai acordando todos. O bebê, pelo abandono, está morto no berço mas mesmo assim ninguém expressa nenhuma reação, até que Sick Boy (Jonny Lee Miller) diz a Renton: “Diga algo, Mark! Diga algo!” que responde apenas: “Vou preparar um pico.”
A ironia se faz presente em diversas partes no filme, quando como Mark Renton tem uma relação sexual com uma menor de idade e fica com medo de ser preso, enquanto em nenhum momento de sua loucura ilícita com as drogas, chegou a pensar em cadeia. Críticas como essa em relação à inconseqüência dos jovens e até ao senso comum com suas drogas socialmente aceitas, expressas através de Begbie (Robert Carlyle), fumante e alcoólatra violento, o único que não se droga no grupo, mas está longe de ser o mais correto. Seu desprezo por “essas coisas químicas” é compensado pela insanidade completa, arrumando brigas por diversão.
O filme propõe vários questionamentos sobre a moral, mas, propositalmente, não responde a nenhum deixando ao espectador a reflexão. Um clássico entre os “junkies” e os cults, fundamental a qualquer um que queira conhecer a complexidade de uma mente dependente e até bater de frente com uma realidade muito presente no mundo contemporâneo.
Inspirado em um romance homônimo de Irvine Welsh, o longa começa com Renton falando: "Escolha viver. Escolha um emprego. Escolha uma carreira, uma família. Escolha uma televisão enorme. Escolha lavadora, carro, CD Player e abridor de latas elétrico. Escolha saúde, colesterol baixo e plano dentário. Escolha viver. Mas por que eu iria querer isso? Escolhi não viver. Escolhi outra coisa. Os motivos? Não há motivos. Quem precisa de motivos quando tem heroína?”. É nesse nível que o enredo se desenvolve. Danny Boyle não hesitou em mostrar sem pudor cenas do vício e as seqüelas na vida de cada um, rumando à destruição completa da vida de cada um ou da amizade.
É notável a quantidade de metáforas e o excelente uso da linguagem cinematográfica e da trilha sonora codificando a mensagem de forma clara. Enquanto as cenas de humor se misturam com as de violência, predominando uma atmosfera tragicômica no filme. Momentos como quando Renton, após decidir largar o vício e começar a sofrer de abstinência, busca meios de amenizar sua situação. Sem opções satisfatoriamente boas, ele se encontra com um traficante ralé que lhe dá supositórios de ópio. O imprevisto é que as cápsulas demoram a fazer efeito, e a falta da droga lhe provoca uma diarréia incontrolável, fazendo com que ele tenha de entrar no, como diz o filme, “Pior banheiro da Escócia”. Após se aliviar, o protagonista se lembra da medicação e, literalmente, mergulha na privada, em meio aos dejetos para pega-la.
Outra situação exposta é ter um bebê no mesmo local em que eles se drogam, sugerindo ao espectador a regressão que eles sofrem quando estão drogados: completamente vulneráveis, infantilizados, dependentes da droga como um bebê depende da mãe. Tudo isso logo é demonstrado na parte em que Allison (Susan Vidler) aparece gritando, inconsolável, e vai acordando todos. O bebê, pelo abandono, está morto no berço mas mesmo assim ninguém expressa nenhuma reação, até que Sick Boy (Jonny Lee Miller) diz a Renton: “Diga algo, Mark! Diga algo!” que responde apenas: “Vou preparar um pico.”
A ironia se faz presente em diversas partes no filme, quando como Mark Renton tem uma relação sexual com uma menor de idade e fica com medo de ser preso, enquanto em nenhum momento de sua loucura ilícita com as drogas, chegou a pensar em cadeia. Críticas como essa em relação à inconseqüência dos jovens e até ao senso comum com suas drogas socialmente aceitas, expressas através de Begbie (Robert Carlyle), fumante e alcoólatra violento, o único que não se droga no grupo, mas está longe de ser o mais correto. Seu desprezo por “essas coisas químicas” é compensado pela insanidade completa, arrumando brigas por diversão.
O filme propõe vários questionamentos sobre a moral, mas, propositalmente, não responde a nenhum deixando ao espectador a reflexão. Um clássico entre os “junkies” e os cults, fundamental a qualquer um que queira conhecer a complexidade de uma mente dependente e até bater de frente com uma realidade muito presente no mundo contemporâneo.
sábado, 25 de abril de 2009
O Gênio Woody Allen
Sua carreira teve início bem antes do reconhecimento. Aos três anos de idade, sua mãe o levou para ver “Branca de Neve” e, a partir desse dia o cineasta reconheceu seu habitat, tornando o cinema seu segundo lar. Aos 15, com um QI notavelmente elevado, começou a escrever e a mandar piadas para os jornais de Nova Iorque, sua cidade natal. Por ser tímido, abandonou o nome Allan Stewart Koningsberg, criando o pseudônimo Woody Allen com o intuito de não ser reconhecido por seus colegas de escola caso seu nome aparecesse no jornal.
Contrastando com sua personalidade, suas obras são sempre dinâmicas, com doses de refinado humor, às vezes trágico, noutras irônico e com finais nada convencionais como em seu filme O Sonho de Cassandra (Cassandra’s Dream, 2007), em que o conflito entre os irmãos, interpretados por Ewan McGregor e Colin Farrell, termina de uma forma definitiva. Uma característica comum aos seus longas-metragens é o fato de tratarem de problemáticas psicológicas, com personagens complexos e cheios de traumas pessoais, mostrado em filmes como o já citado Annie Hall, em que o casal, sempre em conflito e dialogando, dá a forma à obra. Quando atua, o diretor/roteirista/ator passa uma imagem autobiográfica, pois sua filmografia se confunde com biografia em diversos aspectos, além de se espelhar em parte e ser uma forma de manifestação de seus gostos. Uma vez que se interessa demasiadamente por Jazz, mágica e mulheres, Allen une tudo isso no filme Scoop – O grande Furo (Scoop, 2006), contracenando com a musa Scarlett Johansson e Huck Jackman. Nesse, como em quase todos seus trabalhos, pode-se encontrar seus temas clichês, constantemente abordados pelo diretor, como satirizar Deus, Judaísmo (por ter sido criado como judeu), relacionamentos amorosos, psicanálise e os fracassos da vida.
Apesar de ter como característica lançar grandes filmes, muitos críticos consideram o período em que Woody fechou contrato com a DreamWorks, por volta de 2000, a sua pior fase. Mesmo com atores conceituados, “Dirigindo no Escuro” (Hollywood Ending, 2002), “Igual a tudo na vida” (Anything Else, 2003), “Melinda e Melinda” (Melinda and Melinda, 2004) não tiveram a repercussão de seus filmes anteriores, como “Manhattan” (Manhattan, 1979), “Poderosa Afrodite” (Mighty Aphrodite, 1995) e “Bananas” (Bananas, 1971) que beiram o brilhantismo.
Com o fim de seu contrato com a empresa de Steven Spielberg, Woody Allen voltou ao gênero drama ao lançar “Ponto Final” (Matchpoint, 2005). Graças a ele, recebeu quatro indicações ao Globo de Ouro e uma indicação ao Oscar por Melhor Roteiro Original, retornando, assim, à sua boa fase. Esta obra é marcante também por ser seu o primeiro filme com a diva Scarlett Johansson que o acompanhou posteriormente em “Scoop” e em seu mais recente, “Vicky Cristina Barcelona” (Vicky Cristina Barcelona, 2008), em que atua ao lado de Penélope Cruz, que ganhou o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo filme.
Woody é um dos cineastas mais atuantes da história do cinema com uma média de quase um filme por ano em sua carreira. É um ícone fundamental a todo cinéfilo que se preze. No entanto, acima de sua fama, mantém ainda a humildade ou a ironia ao se descrever: “As pessoas sempre se enganam em duas coisas sobre mim: pensam que eu sou intelectual, porque uso óculos, e que sou artista, porque meus filmes sempre perdem dinheiro”.
sábado, 14 de março de 2009
A resposta da Humanidade
É, estamos de volta com força total e com muita polêmica!
Esse minha postagem agora vai ser meio que um Post-resposta à postagem do meu camarada de blog.

Vemos, sim diversas mudanças em nossa socidade desde que o primeiro parafuso/broca/chip entrou no mundo. A questão é se realmente um dia eles nos substituirão por completo, sob forma de dominação, invertendo os papéis no melhor estilo Matrix Revolutions aí da vida. Sendo bem direto: eu acredito que não.
Por mais 'humanos' que possam ser os futuros robôs eles nunca terão a capacidade criativa que o homem tem. Trocando em miúdos, eles nunca farão qualquer tipo de arte. Podem, como a Máquina Violinista, realizar, executar mas mesmo assim eles não são nada mais do que CDs modernizados e customizados que nos poupam de apertar o play.
Casos, ainda, como de professores ou qualquer tipo de palestrante com o intuito de ensinar certo assunto a alguém nunca serão substituídos. Se pudessem, já teriam sido pois seria só apertar o bendito botão play de alguma gravação e todos seriam 'felizes'.
Na área de comunicação, como haveria a seleção e a hierarquização da notícia? É impossível automatizar isso!
Quanto à companhia amorosa, poderia até dar certo. Aliás, já dá lá no Japão - onde mais seria?!- em que a companhia de uma robô custa o mesmo que a de uma garota de programa. A meu ver, é o famoso caso do fracasso social, da frustração amorosa e a consequente desistência e auto-descrença. Nada contra as donzelas da noite mas elas bem podem perder espaço para as moças movidas à óleo.
Afinal, fica a pergunta: até que ponto o filme Inteligência Artificial é um filme de ficção??
Esse minha postagem agora vai ser meio que um Post-resposta à postagem do meu camarada de blog.

Vemos, sim diversas mudanças em nossa socidade desde que o primeiro parafuso/broca/chip entrou no mundo. A questão é se realmente um dia eles nos substituirão por completo, sob forma de dominação, invertendo os papéis no melhor estilo Matrix Revolutions aí da vida. Sendo bem direto: eu acredito que não.
Por mais 'humanos' que possam ser os futuros robôs eles nunca terão a capacidade criativa que o homem tem. Trocando em miúdos, eles nunca farão qualquer tipo de arte. Podem, como a Máquina Violinista, realizar, executar mas mesmo assim eles não são nada mais do que CDs modernizados e customizados que nos poupam de apertar o play.
Casos, ainda, como de professores ou qualquer tipo de palestrante com o intuito de ensinar certo assunto a alguém nunca serão substituídos. Se pudessem, já teriam sido pois seria só apertar o bendito botão play de alguma gravação e todos seriam 'felizes'.
Na área de comunicação, como haveria a seleção e a hierarquização da notícia? É impossível automatizar isso!
Quanto à companhia amorosa, poderia até dar certo. Aliás, já dá lá no Japão - onde mais seria?!- em que a companhia de uma robô custa o mesmo que a de uma garota de programa. A meu ver, é o famoso caso do fracasso social, da frustração amorosa e a consequente desistência e auto-descrença. Nada contra as donzelas da noite mas elas bem podem perder espaço para as moças movidas à óleo.
Afinal, fica a pergunta: até que ponto o filme Inteligência Artificial é um filme de ficção??
terça-feira, 10 de março de 2009
O Futuro Me Amedronta
Nós estamos de volta!
Agora com cinco dedos.....

Dança do Robô
Depois de um tempo sem inspiração e em seguida férias, que realmente tira toda atenção de uma pessoa.
Mesmo depois de tanto tempo guardei tema na minha cabeça durante um certo tempo, o título diz tudo, irei falar sobre o futuro o que acho que pode acontecer com a humanidade, e claro se tratando de futuro espero que todos entendam que essa postagem vai "viajar" em algumas possibilidades.
Observando a evolução das tecnologias, eu fico me perguntando cada vez mais se em algum ponto do futuro nós, seres humanos, teremos um espaço nos diversos campos de trabalho. A cada dia vejo que diversos tipos de trabalhos estão sumindo, e nós estamos sendo substituidos por nossos amigos os robôs. Quando digo robôs, me refiro a qualquer coisa, mesmo que seja um braço que coloque parafusos.
Agora com cinco dedos.....Meu medo do futuro aumentou mais ainda, quando eu assisti uma reportagem de um novo amigo robô que sabia tocar violino, e ainda por cima as músicas clássicas ( por favor, não me peçam para lembrar quais são que é pedir demais).
Meu bom senhor Jesus Cristo, que loucura! Isso me deixou com mais dúvidas na cabeça do tipo será que no futuro irão existir ,por exemplo, professores? ou não será mais fácil colocar um robô para dar aula? Passando tudo para os alunos de forma rápida, controlável e o melhor o novo professor não fica doente, não tira férias entre outras coisas!
Serão necessários jornalistas ou médicos? As notícias podem muito bem ser passadas automaticamente e os texto escritos das mesma forma. Quanto aos médicos, um robô com todas as informações sobre doenças no seu banco de dados poderia identificar cada doença e receitar tal remédio. Remédio que seria comprado em uma farmácia, que poderia ter um atendente robô, que tal? e uma caixa que funcione sem a necessidade de uma pessoa?
Me chamem de louco, rs, mas se tratando de futuro, acredito em várias possibilidades.
Enquanto procurava algumas fotos para ilustrar essa postagem, achei uma entrevista que elevou o meu medo ao máximo.
O cientista da computação David Levy lançou um livro que estudou as relações entre a gente e os robôs, segundo ele com a evolução deles no futuro vai ser possível, que aconteça casamentos de pessoas com robôs. Ainda sou louco? rs
O link da entrevista vem a seguir:
Se o caminho continuar sendo esse, imaginem o que pode acontecer com as relações entre os seres humanos? Não será necessário se relacionar, qualquer um vai poder ter quem quiser no momento em que quiser. Nesse caso só consigo ver o lado ruim da situação: o isolamento do indivíduos.

Dança do Robô
Assinar:
Comentários (Atom)