terça-feira, 18 de agosto de 2009

Ska da Terra do Sol Nascente




Música! Com certeza uma coisa maravilhosa, cada vez que você pensa que encontrou uma banda ou cantor que te encanta, e nada mais irá te surpreender, novamente algo novo aparece e você sente aquele nervoso na nuca empolgante ao escutar um novo material.


No meu caso, a última surpresa veio tem pouco tempo, mas de muito longe para ser mais preciso do outro lado do mundo, Tokyo, Japão. A banda Tokyo Ska Paradise Orchestra, é bem antiga, mas eu não a conhecia. O que mais me deixou estonteado, foi a banda ser do Japão. Pode até ser idiotice minha, mas quem imagina uma banda de japoneses tocando ska, mega animados no palco, vestidos com ternos rosa rs? Eu confesso que nunca tinha pensado nisso. Quando escutei a primeira coisa foi ir no youtube e ver com meus próprios olhos que realmente eram japoneses, que tinham feito as música que me deixam com vontade de sair pulando e cantando na rua (quem nunca teve vontade de fazer isso?). Depois disso foi só baixar cd's sem parar, porque não são poucos o primeiro pelo que eu consegui ver é de 89. Então leva um tempo.




Tokyo Ska Paradise Orchestra é formada por:





Yanaka Atushi - Baritone Sax

Gamo - Tenor Sax

Ohmori Hajime - Percussions

Motegi Kinichi - Drums

Kitahara Masahiko - Trombone

Nargo - Trumpet

Kato Takashi - Guitar

Hiyamuta Tatsuyuki - Alto Sax

Kawakami Tsuyoshi - Bass

Oki Yuichi - Keyboards





segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Sarney e Kafka















Eu louvo demais nossos políticos!
Hoje, no mesmo dia, em um lugar não muito distante daqui chamado Brasil:

Nosso sábio presidente Lula (tenho uma teoria que ele é um grande ator, o melhor de todos os tempos, encarnando um pobretão, falido e miserável sofredor, utilizando metáforas forçadas - quando ele dá pistas da sua atuação - e vítima da ELITE (muita similiaridade com o mito do terror vermelho, eles que estão em todos os lugares, nos perseguindo para nos matar e comer nossas crianças que nem o Smeagol))
Enfim, voltando, Luiz Inácio disse que comprovar o encontro da ministra Dilma com a secretária, era simples: SÓ PEGAR A AGENDA E VER!
Quem não anota suas coisas na agenda, não é?
Se não tá na agenda, pronto! fim de papo! não houve nada! é por isso que ele é nosso presidente! um Gênio! (e olha que eu apoio o Lula em certos poucos aspectos, juro.)


Agora vem a melhor:
Sarney, para se defender das acusações do Estadão comparou-se com o personagem K. do livro de Kafka, "O Processo". Na obra em questão, o personagem é acusado de um crime mas ninguém lhe diz qual. Nessas circunstâncias, ele se pergunta: "Por que estão todos contra mim se eu não fiz nada?", a mesma frase que Sarney utilizou ao se defender no Senado.
Se ele sequer leu o livro, talvez se lembre que no final do livro o personagem é considerado culpado, aceita sua culpa e, em seguida, é morto. (desculpem o spoiler)

Bom, né? =)

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Sem Limites, sem escrúpulos

Ao tratar de juventude inconsequente, drogas, violência, morte e amizade, Trainspotting (1996) torna-se um dos longas-metragens mais polêmicos já lançados na história do cinema. O filme conta com duas figuras que deram um alavancada na carreira após seu lançamento: Danny Boyle, como diretor, que foi premiado com o Oscar de Melhor Filme com Quem quer ser um Milionário? (Slumdog Millionaire – 2008) e Ewan McGregor, como protagonista, interpretando Mark Renton, sendo hoje em dia um dos atores mais cotados de Hollywood.
Inspirado em um romance homônimo de Irvine Welsh, o longa começa com Renton falando: "Escolha viver. Escolha um emprego. Escolha uma carreira, uma família. Escolha uma televisão enorme. Escolha lavadora, carro, CD Player e abridor de latas elétrico. Escolha saúde, colesterol baixo e plano dentário. Escolha viver. Mas por que eu iria querer isso? Escolhi não viver. Escolhi outra coisa. Os motivos? Não há motivos. Quem precisa de motivos quando tem heroína?”. É nesse nível que o enredo se desenvolve. Danny Boyle não hesitou em mostrar sem pudor cenas do vício e as seqüelas na vida de cada um, rumando à destruição completa da vida de cada um ou da amizade.
É notável a quantidade de metáforas e o excelente uso da linguagem cinematográfica e da trilha sonora codificando a mensagem de forma clara. Enquanto as cenas de humor se misturam com as de violência, predominando uma atmosfera tragicômica no filme. Momentos como quando Renton, após decidir largar o vício e começar a sofrer de abstinência, busca meios de amenizar sua situação. Sem opções satisfatoriamente boas, ele se encontra com um traficante ralé que lhe dá supositórios de ópio. O imprevisto é que as cápsulas demoram a fazer efeito, e a falta da droga lhe provoca uma diarréia incontrolável, fazendo com que ele tenha de entrar no, como diz o filme, “Pior banheiro da Escócia”. Após se aliviar, o protagonista se lembra da medicação e, literalmente, mergulha na privada, em meio aos dejetos para pega-la.
Outra situação exposta é ter um bebê no mesmo local em que eles se drogam, sugerindo ao espectador a regressão que eles sofrem quando estão drogados: completamente vulneráveis, infantilizados, dependentes da droga como um bebê depende da mãe. Tudo isso logo é demonstrado na parte em que Allison (Susan Vidler) aparece gritando, inconsolável, e vai acordando todos. O bebê, pelo abandono, está morto no berço mas mesmo assim ninguém expressa nenhuma reação, até que Sick Boy (Jonny Lee Miller) diz a Renton: “Diga algo, Mark! Diga algo!” que responde apenas: “Vou preparar um pico.”
A ironia se faz presente em diversas partes no filme, quando como Mark Renton tem uma relação sexual com uma menor de idade e fica com medo de ser preso, enquanto em nenhum momento de sua loucura ilícita com as drogas, chegou a pensar em cadeia. Críticas como essa em relação à inconseqüência dos jovens e até ao senso comum com suas drogas socialmente aceitas, expressas através de Begbie (Robert Carlyle), fumante e alcoólatra violento, o único que não se droga no grupo, mas está longe de ser o mais correto. Seu desprezo por “essas coisas químicas” é compensado pela insanidade completa, arrumando brigas por diversão.
O filme propõe vários questionamentos sobre a moral, mas, propositalmente, não responde a nenhum deixando ao espectador a reflexão. Um clássico entre os “junkies” e os cults, fundamental a qualquer um que queira conhecer a complexidade de uma mente dependente e até bater de frente com uma realidade muito presente no mundo contemporâneo.

sábado, 25 de abril de 2009

O Gênio Woody Allen


Nasceu em 1° de dezembro de 1935 um dos mais renomados cineastas ainda atuantes: Woody Allen. Recordista de indicações ao Oscar, impressiona até por sua presença rara nas cerimônias. Sua obra-prima, “Noivo Neurótico, Noiva Nervosa” (Annie Hall, 1977) rendeu-lhe os prêmios de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro e Melhor Atriz para Diane Keaton,com quem tinha um relacionamento amoroso na época. Intrigante como seus filmes, Woody surpreendeu ao manter o costume de tocar clarinete com sua banda de Jazz em vez de receber a estatueta ao vivo.
Sua carreira teve início bem antes do reconhecimento. Aos três anos de idade, sua mãe o levou para ver “Branca de Neve” e, a partir desse dia o cineasta reconheceu seu habitat, tornando o cinema seu segundo lar. Aos 15, com um QI notavelmente elevado, começou a escrever e a mandar piadas para os jornais de Nova Iorque, sua cidade natal. Por ser tímido, abandonou o nome Allan Stewart Koningsberg, criando o pseudônimo Woody Allen com o intuito de não ser reconhecido por seus colegas de escola caso seu nome aparecesse no jornal.
Contrastando com sua personalidade, suas obras são sempre dinâmicas, com doses de refinado humor, às vezes trágico, noutras irônico e com finais nada convencionais como em seu filme O Sonho de Cassandra (Cassandra’s Dream, 2007), em que o conflito entre os irmãos, interpretados por Ewan McGregor e Colin Farrell, termina de uma forma definitiva. Uma característica comum aos seus longas-metragens é o fato de tratarem de problemáticas psicológicas, com personagens complexos e cheios de traumas pessoais, mostrado em filmes como o já citado Annie Hall, em que o casal, sempre em conflito e dialogando, dá a forma à obra. Quando atua, o diretor/roteirista/ator passa uma imagem autobiográfica, pois sua filmografia se confunde com biografia em diversos aspectos, além de se espelhar em parte e ser uma forma de manifestação de seus gostos. Uma vez que se interessa demasiadamente por Jazz, mágica e mulheres, Allen une tudo isso no filme Scoop – O grande Furo (Scoop, 2006), contracenando com a musa Scarlett Johansson e Huck Jackman. Nesse, como em quase todos seus trabalhos, pode-se encontrar seus temas clichês, constantemente abordados pelo diretor, como satirizar Deus, Judaísmo (por ter sido criado como judeu), relacionamentos amorosos, psicanálise e os fracassos da vida.
Apesar de ter como característica lançar grandes filmes, muitos críticos consideram o período em que Woody fechou contrato com a DreamWorks, por volta de 2000, a sua pior fase. Mesmo com atores conceituados, “Dirigindo no Escuro” (Hollywood Ending, 2002), “Igual a tudo na vida” (Anything Else, 2003), “Melinda e Melinda” (Melinda and Melinda, 2004) não tiveram a repercussão de seus filmes anteriores, como “Manhattan” (Manhattan, 1979), “Poderosa Afrodite” (Mighty Aphrodite, 1995) e “Bananas” (Bananas, 1971) que beiram o brilhantismo.
Com o fim de seu contrato com a empresa de Steven Spielberg, Woody Allen voltou ao gênero drama ao lançar “Ponto Final” (Matchpoint, 2005). Graças a ele, recebeu quatro indicações ao Globo de Ouro e uma indicação ao Oscar por Melhor Roteiro Original, retornando, assim, à sua boa fase. Esta obra é marcante também por ser seu o primeiro filme com a diva Scarlett Johansson que o acompanhou posteriormente em “Scoop” e em seu mais recente, “Vicky Cristina Barcelona” (Vicky Cristina Barcelona, 2008), em que atua ao lado de Penélope Cruz, que ganhou o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo filme.
Woody é um dos cineastas mais atuantes da história do cinema com uma média de quase um filme por ano em sua carreira. É um ícone fundamental a todo cinéfilo que se preze. No entanto, acima de sua fama, mantém ainda a humildade ou a ironia ao se descrever: “As pessoas sempre se enganam em duas coisas sobre mim: pensam que eu sou intelectual, porque uso óculos, e que sou artista, porque meus filmes sempre perdem dinheiro”.

sábado, 14 de março de 2009

A resposta da Humanidade

É, estamos de volta com força total e com muita polêmica!

Esse minha postagem agora vai ser meio que um Post-resposta à postagem do meu camarada de blog.


Vemos, sim diversas mudanças em nossa socidade desde que o primeiro parafuso/broca/chip entrou no mundo. A questão é se realmente um dia eles nos substituirão por completo, sob forma de dominação, invertendo os papéis no melhor estilo Matrix Revolutions aí da vida. Sendo bem direto: eu acredito que não.

Por mais 'humanos' que possam ser os futuros robôs eles nunca terão a capacidade criativa que o homem tem. Trocando em miúdos, eles nunca farão qualquer tipo de arte. Podem, como a Máquina Violinista, realizar, executar mas mesmo assim eles não são nada mais do que CDs modernizados e customizados que nos poupam de apertar o play.

Casos, ainda, como de professores ou qualquer tipo de palestrante com o intuito de ensinar certo assunto a alguém nunca serão substituídos. Se pudessem, já teriam sido pois seria só apertar o bendito botão play de alguma gravação e todos seriam 'felizes'.

Na área de comunicação, como haveria a seleção e a hierarquização da notícia? É impossível automatizar isso!

Quanto à companhia amorosa, poderia até dar certo. Aliás, já dá lá no Japão - onde mais seria?!- em que a companhia de uma robô custa o mesmo que a de uma garota de programa. A meu ver, é o famoso caso do fracasso social, da frustração amorosa e a consequente desistência e auto-descrença. Nada contra as donzelas da noite mas elas bem podem perder espaço para as moças movidas à óleo.


Afinal, fica a pergunta: até que ponto o filme Inteligência Artificial é um filme de ficção??

terça-feira, 10 de março de 2009

O Futuro Me Amedronta

Nós estamos de volta!



Depois de um tempo sem inspiração e em seguida férias, que realmente tira toda atenção de uma pessoa.


Mesmo depois de tanto tempo guardei tema na minha cabeça durante um certo tempo, o título diz tudo, irei falar sobre o futuro o que acho que pode acontecer com a humanidade, e claro se tratando de futuro espero que todos entendam que essa postagem vai "viajar" em algumas possibilidades.






Observando a evolução das tecnologias, eu fico me perguntando cada vez mais se em algum ponto do futuro nós, seres humanos, teremos um espaço nos diversos campos de trabalho. A cada dia vejo que diversos tipos de trabalhos estão sumindo, e nós estamos sendo substituidos por nossos amigos os robôs. Quando digo robôs, me refiro a qualquer coisa, mesmo que seja um braço que coloque parafusos.
Agora com cinco dedos.....



Meu medo do futuro aumentou mais ainda, quando eu assisti uma reportagem de um novo amigo robô que sabia tocar violino, e ainda por cima as músicas clássicas ( por favor, não me peçam para lembrar quais são que é pedir demais).




Meu bom senhor Jesus Cristo, que loucura! Isso me deixou com mais dúvidas na cabeça do tipo será que no futuro irão existir ,por exemplo, professores? ou não será mais fácil colocar um robô para dar aula? Passando tudo para os alunos de forma rápida, controlável e o melhor o novo professor não fica doente, não tira férias entre outras coisas!




Serão necessários jornalistas ou médicos? As notícias podem muito bem ser passadas automaticamente e os texto escritos das mesma forma. Quanto aos médicos, um robô com todas as informações sobre doenças no seu banco de dados poderia identificar cada doença e receitar tal remédio. Remédio que seria comprado em uma farmácia, que poderia ter um atendente robô, que tal? e uma caixa que funcione sem a necessidade de uma pessoa?




Me chamem de louco, rs, mas se tratando de futuro, acredito em várias possibilidades.




Enquanto procurava algumas fotos para ilustrar essa postagem, achei uma entrevista que elevou o meu medo ao máximo.


O cientista da computação David Levy lançou um livro que estudou as relações entre a gente e os robôs, segundo ele com a evolução deles no futuro vai ser possível, que aconteça casamentos de pessoas com robôs. Ainda sou louco? rs


O link da entrevista vem a seguir:










Se o caminho continuar sendo esse, imaginem o que pode acontecer com as relações entre os seres humanos? Não será necessário se relacionar, qualquer um vai poder ter quem quiser no momento em que quiser. Nesse caso só consigo ver o lado ruim da situação: o isolamento do indivíduos.




Dança do Robô

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Natal Gostosão com Papai Noel Saradão












Já viram a propaganda do supermercado Prezunic pra essa temporada de Natal?

É a pura representação da sociedade hedonista, do prazer, ferindo a moral familiar. Posso estar sendo meio conservador mas, cara não perdoaram nem o Papai Noel!

Tá certo se quiserem se divertir com clipes pornográficos de HipHop, se quiserem chupar o pirulito na Loja de Doces, Dançar Créu ou ver as Curvas da Fergie! mas têm mesmo que botar até o Bom Velhinho de forma erótica?!

Vagabundo é foda ai!

Essa época nunca me empolga muito, não. Eu na minha vidinha boa como muito e ainda bato um papo com a família mas não é pra todo mundo que o Natal é feliz, obviamente! Ainda mais se você tiver que se preocupar com a forma física em pleno nascimento de Jesus por causa do Prezunic!

É isso! Divirtam-se com seus perus!